Engenharia de Alimentos

01/06/2017

A ciência por trás do CoolSculpting.

Por: BrandVoice CoolSculpting | Forbes Brasil - SP 


O CoolSculpting utiliza placas de resfriamento junto com gel pads protetores

Mãe Natureza, estilo de vida ou gravidade — seja qual for a causa, muitos de nós têm gordura indesejada. Quem imaginaria que o combate às protuberâncias de gordura viria de um humilde picolé?

Em 1975, os cientistas observaram covinhas nas bochechas de crianças que adoravam picolé. O fenômeno foi chamado de “paniculite do picolé” e demonstrava que a exposição excessiva ao frio poderia reduzir naturalmente as células de gordura, que depois seriam eliminadas do corpo¹. Quarenta anos depois, o Dr. Manstein e o Dr. Anderson (do Centro Wellman de Fotomedicina no Hospital Geral de Massachusetts, em Boston) se inspiraram nesses picolés para inventar um método não invasivo e patenteado de remoção de gordura chamado Cryolipolysis® .

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O QUE É COOLSCULPTING?

O procedimento CoolSculpting congela a gordura indesejada, como pneuzinhos, gordura abdominal, gordura lateral na região dos glúteos e queixo duplo. O procedimento utiliza a Cryolipolysis® , um processo patenteado e exclusivo licenciado para a ZELTIQ Aesthetics, que elimina as células de gordura aproveitando sua vulnerabilidade natural ao frio.

É comum ter protuberâncias de gordura resistente. Essas protuberâncias indesejadas contêm células de gordura que podem ser resistentes a dieta e exercícios físicos, mas não ao CoolSculpting.

O CoolSculpting utiliza placas de resfriamento junto com gel pads protetores

O CoolSculpting utiliza placas de resfriamento junto com gel pads protetores, aplicando resfriamento controlado para cristalizar as células de gordura. Uma vez cristalizadas, essas células morrem gradualmente e, em seguida, são naturalmente eliminadas do corpo (apoptose).

No período de semanas e meses depois do tratamento, as células de gordura restantes se condensam e diminuem.

Tchau, gordura!

Referências: 1. Epstein EH, Jr., Oren ME. Popsicle panniculitis. N Engl J Med 1970; 282(17):966–967.
 

Fonte: ClipEx

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